O bom desempenho de Mogi das Cruzes nos rankings nacional e estadual no Índice de Potencial de Consumo – IPC Maps 2012 é uma demonstração inequívoca do crescimento da Cidade nas últimas décadas. O alto poder de compra dos consumidores mogianos é responsável por colocar a Cidade em uma classificação privilegiada frente aos 5.565 municípios brasileiros.
Mogi das Cruzes ocupa a estratégica 48ª posição na pesquisa nacional, dois lances acima do que o registrado em 2011. Ela está entre as 50 cidades brasileiras onde vivem os consumidores com os maiores recursos financeiros e deverá fechar esse ano com a movimentação de R$ 7 bilhões em compras. Quando analisa-se a performance estadual, esse poderio lhe rende a 14ª posição, uma à frente da alcançada no ano passado.
Os resultados sinalizam para a atração de investimentos e podem servir para nortear o planejamento regional do Alto Tietê. Por meio deles, poder público e sociedade civil organizada têm chances de prover o estímulo ao crescimento das demais cidades, e o amadurecimento da atração de negócios e investimentos desenvolvida pela política industrial e comercial de Mogi nas últimas décadas.
A primeira comprovação são as diferenças entre o poder de compra dos mogianos e das demais cidades do Alto Tietê, que também destacam-se quando analisados o grosso dos resultados, mas revelam uma significativa discrepância com a situação de Mogi, a primeira colocada da Região. Suzano possui um potencial de consumo de R$ 3,6 bilhões, e Itaquaquecetuba, de R$ 3,5 bilhões.
A distância mogiana para elas é grande em ambas as classificações – Suzano é a 37ª no Estado, e 111ª no Brasil, e Itaquá, é a 38ª e 114ª respectivamente.
A pesquisa IPC Marketing revela que o maior potencial de compra está nas mãos, ou melhor, no bolso, da população que integra a classe B, que responde por um pouco mais metade da estimativa de recursos que vão movimentar a economia: 52,8% dos gastos, ou exatos, R$ 3,5 bilhões. Já a classe C, a fatia mais disputada pelo mercado nacional na atualidade pela facilidade de acesso ao emprego e ao crédito, detém um poder de consumo um pouco maior do que o da Classe A. A classe C deverá gastar R$ 1,484 bilhão; contra R$ 1,472 bilhão, da classe A.
Esse cenário favorável, confirmado por outros reconhecidos institutos de pesquisa, revela-se fundamental no atual momento da economia local e reforça a necessidade de se manter as condições para que a Cidade e Região deem aos investidores os resultados esperados por eles, por meio da melhoria da infraestrutura viária e de serviços.