Não à “lista fechada”

O eleitor não quer votar no escuro, como desta “lista fechada”, que certamente servirá mais para rechear de corruptos investigados na Lava Jato, como insistem aprovar esta aberração os dirigentes dos partidos na mal intencionada reforma política! E o iminente jurista Ives Gandra da Silva Martins, faz coro contra esta reforma, como critica em seu artigo no Estadão, “Voto em lista, um atentado à democracia”! Isso mesmo, atentado à democracia, e também um atentado à paciência do eleitor, que, não quer ver corrupto em surdina escondido numa “lista fechada”, tentando se reeleger no próximo pleito de 2018. E mesmo assim, esta classe política sem lastro moral e ético, deseja sugar de forma irresponsável dinheiro público, quando propõe aprovar verba de R$ 2,6 bilhões, como financiamento público de campanha. Como se os recursos dos contribuintes fossem arrecadados somente para alimentar a orgia dos políticos.

Paulo Panossian
paulopanossian@hotmail.com

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